e
q van t os nos...
se vs sonorosos...
ho nrados brados...
esses dessas...
e desses de todos...
( s e r connosco é o ser em nós o SER MAIOR ESPERA VESPER E VERPER@S desse doce pássaro @ p@ss@r e quando sev canta trinar dizem o seres mais lledos... e assim... a bem mais aspirarem... esse o sev doce svspiro... qve é d e v i v e r e s c... cantares mais CEGOS.. sem esperar que apenas os que sejam cegados se atrevem a se lançar sobre os quatros pilares e seus dois doces mais simples que @ svspicacia non chega...aparência que assim a inteligência non chega nem a tocar assim a justiça em tempera ora temperança em justiça a ser e assim sendo @ se chamar e assim amar sendo coragem se reacendendo a penas por bem fazer caminho em vida e força em forma humana e de humanidade surpreendida - assim sustida assim sendo leda e lida sem ter de si mesma nem a entrada nem c ovados sendo nem a saída nem surpreendidos os saberes assim sustidos os bem... queridos.... os valores aonde os leves... sendo leves... soam.... a profundos.... e ...comprometidos...
"131* Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine.
2Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência,
ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou.
(...)
"
(...) ocos os sevs ventres salgados os ventres e as matrizes despedidos os seres qve breves as salvagvardaram...
...
- povo que lavas no rio - assim sendo vês povco a povco;
@ se levantarem non mais por svspirarem... non mais por serem ergvidas;
segvindo essas...
svas linhas...
desses seres...
aparelhos qve marcam...
as horas as linhas e as vidas...
essas esses qve nós...
...pela nossa...
força e saber...
bem concebemos
agora marcam
...o poder...
nessa nossa força
....a sva própria força...
assim
nós nos
detivemos
-
deixa de cantar
quando
cortada
O
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coração
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eriga
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verdade
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claridade
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de
ser
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vando
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de
augoa
agora
....
O MINHO PITTORESCO - PÁG - 68
"A Monsão da actualidade peleja n’outros combates não menos gloriosos— os da civilisação e do progresso,—e póde dizer-se que e uma das vi lias do norte que mais teem prosperado e engrandecido. As tradições não as esquece e faz bem, porque são ellas como que a fonte de Juvencio, em que se espiritualisa um povo culto; haja vista a sua celebre procissão de Corpiis Christi, em que rompe a marcha o celebre gaiteiro (orchestra composta d'uma gaita de folies, tambor e bombo), em que o S. Christovão collossal, o boi bento e o carro das hervas não perderam ainda o seu logar, e em que a Santa Coca, a mais pittoresca originalidade do préstito, conserva a sua lenda de monstro horrivel, apezar de todos os annos domada por S. Jorge, o ferrador da terra, n’aquelle dia vestido de capacete, saia de malha, grevas d’aço, lança e espada, e montado em garboso cavallo."
Dos mares da Irlanda
e
das costas da Bretanha vão partir velas ao Sol Há bandeiras
desfraldadas,
torres, lanças,
brilham espadas vão reconquistar o Svl Os Celtas que vão partir quando o Sol nascer...
Grinaldas nas ameias,
ardem fogos (é fogo que arde sem se ver - quando irmandadea pele a irman equando asim a ugoa pura frto greste que tv me deste assim em tavoa redonda de mão em mão beihjo doado a sim qual uma marga que esconda asimo que foi em simesm@ prend@ d@)...
qve
non
nos podem queimar Gaiteiros enfeitados, vão tocar cantos passados por aqvi vai começar e vem
dançar,
vem
dançar
até o sol nascer Das ribeiras da Galiza, através da Ibéria antiga em nome
dos nossos
Reis
retomar
as fortalezas,
"Sant'Iago e aos Mouros"
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qve nos falam
de navfrágios
vão partir velas ao sol São guerreiros
enfeitados
qve ao som de cantos pas sados vão re
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vem dançar até o sol nascer...
Dos mares
da Irlanda GaIt e I ros; G ver reI ros; Bandeiras FogveIras Castelos
¿Qué din os rumorosos na costa verdecente ao raio transparente do prácido luar?
¿Qué din as altas copas de escuro arume arpado co seu ben compasado monótono fungar?
Do teu verdor cinguido e de benignos astros confín dos verdes castros e valeroso chan, non des a esquecemento da inxuria o rudo encono; desperta do teu sono fogarde Breogán.
Os bos e xenerosos a nosa voz entenden e con arroubo atenden o noso ronco son,
mais só o os iñorantes eféridos e dvros, imbéciles e escuros non nos entenden, non.
Os tempos son chegados dosbardosdas edades
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as vosas
vagvedades
cvmprido
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xigante a nosa voz pregoa a redenzón da boa n
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Tevs fIllos vagorosos en qven ve xa s o honor so olatex@!, a i nt ré p ido combate
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no peit o van; s e, por ti .....
(non tem nome - nem PORTVG@L sea firmara en nominen innominabillis nin - terraes de hispaniam - callaeci
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mais os robustos ecos qve, ¡oh, patria!, b en re c or d as das sonorosas cordas das arpas de Breogán.
Estima non se alcanza cun vil xemido brando; calquer requer rogando con voz que esquecerán; mais cun rumor xigante, subrime e parecido ao intrépido sonido das armas de Breogán.
Galegos, sede fortes, prontos a grandes feitos; aparellade os peitos a glorioso afán; fillos dos nobres celtas, fortes e peregrinos, lvitade plos des