terça-feira, 31 de maio de 2016

DESDE SA@VEDRA A JOÃO VERDESCENTE - o que é do minho é transcendente...












 e
  q van t os nos...
se vs sonorosos...
ho nrados brados...

esses dessas...
e desses de todos...



(
e r connosco é o ser em nós 
o SER MAIOR ESPERA
VESPER E VERPER@S

desse doce pássaro  @ p@ss@r 
e quando sev canta trinar dizem
o seres mais lledos...
e assim...
a bem mais aspirarem...
esse o  sev doce svspiro...
qve é d e v i v e r e s c...



cantares mais CEGOS.. sem esperar que apenas os que sejam cegados se atrevem a se lançar sobre os quatros pilares e seus  dois doces  mais simples que @ svspicacia non chega...aparência que assim a inteligência non chega nem a tocar assim a justiça em tempera  ora temperança em justiça a ser e assim sendo @ se chamar

 e assim amar sendo coragem se reacendendo a penas por bem fazer caminho em vida e força em forma humana e de humanidade surpreendida - assim sustida assim sendo leda e lida sem ter de si mesma nem a entrada  nem c ovados  sendo nem a  saída  nem surpreendidos os  saberes assim sustidos os bem...  queridos....
 os valores aonde os leves...
 sendo leves... soam....
 a profundos.... 

...comprometidos...







quinta-feira, 19 de maio de 2016

VMA NAÇÃO de ascidos ENTRE TIMBRES DE VIDA TEMPANOS DE BEM FAZER ASIM AUGOA E CALOR SOLAR E O RUGIR DAS AUGOAS ME VENTRE ARDENTE POR ENTRIAS - "FERVENZAS" um ressoar e um reberverar - e uma tecla ora primeira desde o doce mar





ASSIM
O
FERRO

 - SENDO @ PEDRA - 
 - FERRADA -



"13 1* Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,
se não tiver amor, sou como um bronze que soa
ou um címbalo que retine.

2Ainda que eu tenha o dom da profecia
e conheça todos os mistérios e toda a ciência

ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, 
se não tiver amor, nada sou.
(...)
"

(...) ocos os sevs ventres salgados os ventres e as matrizes despedidos os seres qve breves as salvagvardaram...
...


 - povo que lavas no  rio - assim sendo vês povco a povco;

@ se levantarem non mais  por svspirarem... non mais por serem ergvidas;


 segvindo essas...
 svas linhas... 
desses seres...
aparelhos qve marcam...

as horas as linhas e as vidas...

essas esses qve nós...
...pela nossa... 
força e saber...

bem concebemos
agora marcam
...o poder... 
nessa nossa força
....a sva própria força...



  assim
nós nos
detivemos 




 -







deixa de cantar
quando
cortada

O
sev
coração


p
eriga
e a
sva
verdade




a
sva
claridade
deixa
de
ser
svstida


q
vando
@
ser

@
de
augoa
agora

....


O MINHO PITTORESCO - PÁG - 68





"A Monsão da actualidade peleja n’outros combates não menos gloriosos— os da civilisação e do progresso,—e póde dizer-se que e uma das vi lias do norte que mais teem prosperado e engrandecido.
As tradições não as esquece e faz bem, porque são ellas como que a fonte de Juvencio, em que se espiritualisa um povo culto; haja vista a sua celebre procissão de Corpiis Christi, em que rompe a marcha o celebre gaiteiro (orchestra composta d'uma gaita de folies, tambor e bombo), em que o S. Christovão collossal, o boi bento e o carro das hervas não perderam ainda o seu logar, e em que a Santa Coca, a mais pittoresca originalidade do préstito, conserva a sua lenda de monstro horrivel, apezar de todos os annos domada por S. Jorge, o ferrador da terra, n’aquelle dia vestido de capacete, saia de malha, grevas d’aço, lança e espada, e montado em garboso cavallo."

sábado, 30 de abril de 2016

CANTAR CANTAVAM E CANDO O BO E BRANDO SEGVIA OBRANDO - @ SI SEGVIAM SE VIAM SVSPIR @N D @ ... @








Dos mares da Irlanda
e
das costas da Bretanha
vão partir velas ao Sol


Há bandeiras
desfraldadas,
torres, lanças,

 brilham espadas


vão reconquistar o Svl

Os Celtas que vão partir
quando o Sol nascer...

Grinaldas nas ameias,
ardem fogos (é fogo que arde sem se ver - quando irmandadea pele a irman equando  asim a ugoa pura frto greste que tv me deste  assim em   tavoa redonda de mão em mão beihjo doado a sim qual uma marga  que esconda asimo que  foi em simesm@ prend@ d@)...



qve
non
nos
podem
queimar


Gaiteiros enfeitados,
vão tocar cantos 
passados

por aqvi
vai começar

e vem

dançar,
vem
dançar

até o sol nascer

Das ribeiras da Galiza,
através da Ibéria antiga

em nome
dos nossos
Reis

retomar
as fortalezas,
 "Sant'Iago e aos Mouros"

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quando o mar crescer...



Ig
nor
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-
se os
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ságIos

qve nos falam
de navfrágios

vão partir velas ao sol


São guerreiros
enfeitados
qve ao som
de cantos
pas
sados

vão re
con
q
vIstar o Svl

M
a s
v em
d a n çar
,
vem dançar
até o sol nascer...

Dos 
mares
da
Irlanda

GaIt e I ros;
G ver reI ros;
Bandeiras
FogveIras
Castelos

R e
c o
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vis
t    @













sexta-feira, 22 de abril de 2016

P@ R T V I G V @ l





Os Pinos.
(Himno galego)
¿Qué din os rumorosos
na costa verdecente
ao raio transparente
do prácido luar?


¿Qué din as altas copas
de escuro arume arpado
co seu ben compasado
monótono fungar?


Do teu verdor cinguido
e de benignos astros
confín dos verdes castros
e valeroso chan,
non des a esquecemento
da inxuria o rudo encono;

desperta do teu sono
fogar de Breogán.

Os bos e xenerosos
a nosa voz entenden
e con arroubo atenden
o noso ronco son,

mais só o os iñorantes
eféridos e dvros,
imbéciles e escuros
non nos entenden, non.

Os tempos son chegados 
dos bardos das edades

qve
as vosas
vagvedades

cvmprido

fin
 t
erá
n;
pois, 
donde
qver,
xigante
a nosa voz pregoa
a redenzón da boa
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Tevs fIllos vagorosos
en qven ve xa s o honor so o latex@!,
a i nt ré p ido combate

dis
pond@l 
no peit o van;
s e, por ti .....
(non tem nome - nem PORTVG@L sea firmara en nominen innominabillis nin - terraes de hispaniam - callaeci
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Madrvgada de San Xoán, madrvgada a m á i s g ar r ida.
Q ve b aIla o sol c ando n ace e so ri @ca nd o m or  r  e  
o  día.

@
¿Onde  va I N os a S e ñora
@onde va I S anta Mar es ía?


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eira de verde a res soar de dia de verd e @ d oir @r
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d@irad@ fonte no verte ao verte @ s sim a r es ss oar es tv qvem e @ c lam @
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qve  vem e T'am@
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EM PREÇO SENDO... 
DOADA APENAS...
QVAIS DAS AVGOAS...
TEV NOME TEVS...
CABELOS AS NOSSAS...

TODAS AS NOSSAS...
FACEAS EM S I...
ASSIM ES PE l H E S @D @S
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A princesa namorada
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mais os robustos ecos
qve, ¡oh, patria!, b en re c or d as
das sonorosas cordas
das arpas de Breogán.
Estima non se alcanza
cun vil xemido brando;
calquer requer rogando
con voz que esquecerán;
mais cun rumor xigante,
subrime e parecido
ao intrépido sonido
das armas de Breogán.
Galegos, sede fortes,
prontos a grandes feitos;
aparellade os peitos
a glorioso afán;
fillos dos nobres celtas,
fortes e peregrinos,
lvitade plos des
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