domingo, 23 de junho de 2013

FLORESTA NOTURNA... PERELIM...



Muy buenos días… 
despierta el lenguaje que – según un cierto himno… 
seria enseñado a los hijos e hijas… 
tierra a guardar…

Castelo de "VIMARANES" 
- Guimarães - "Berço" da Cultura Portuguesa - 
Placa evocando dois GRANDES NOMES de uma CULTURA COMUM 
Daniel Castelao e Fernando Pessoa



Magnólias... en algún lugar de Tui - vida y virtud de su dia...

Ou seja… vou falar numa língua comum… que talvez assim a gente se entenda melhor…

(pareceu que algures  na letra anterior, ouvi qualquer coisa sobre a “Nobre Lusitania”… e como "os braços estendem-se: entenda-se - AMIGOS... assim vem este texto LEMBRAR)

 algures por essa letra antiga... ouvi qualquer coisa como que as gentes ensinassem “fortíssimos acentos” aos filhos… então... vamos lá 

RECORDAR

(Pódio para "vencedores"... como diria um antigo Americano de fala hispana 
"No hay que llegar primero... pero hay que saber llegar...")


Nesta noites, as gentes da querida cidade de Tude têm celebrado umas “VOLTAS CICLITAS NOCTURNAS” que – de certo – trazem CORREDORES à “corredoira da digníssima cidade – oriundos de toda a pátria geografia…

Assim, como outrora… desde a Turquia, passando por terras Celtas… e até os corredores Lusos... correm-se as noites… talvez como outrora... fazendo ruídos da gente humilde por onde passa… seja pela minha querida “Plazoleta de Vigo”, seja pelos lugares públicos à beira rio… que tanto prezo e que tanto me acolhem todas as noites que nelas passeio… em sossego… sem medo… ameno... a minha Galiza... terra da mãe que me afaga...

(Virtude do dia... algures numa lagoa perdida... entre sapos que não são príncipes por muito que se teime em os beijar...)

Seja nas belas escadarias… dessa bela e emérita que tudo dá pela pátria… seja nas luzes azúis que passam… pela noite garrida… luzes de despedida de quem olha… vê… e – “vista gorda”… "deixa andar"...



(Pódio dos vencedores da volta ciclista nocturna - os medalhistas alinharam em frente dos holofotes e as luzes da fama mostraram as suas habilidades a toda a cidade - o aplauso foi incontido e as notícias divulgandoo evento chegamjá a todoo território nacional: Tui é Olímpicamente acolhadora para os Ciclistas da noite...)


Seja nos ecos amigos – do “Bronx” nocturno – das tascas de costume… que têm folhas de parra nova – essas de cinco folhas filhas de MARIA – que se esfuma em fumo para quem a quer viva – e não tanto o vinho antigo que se servia – nessa minha terra e pátria queria – não seja a Minha Mãe também de lá…


 (As autoridades tiveram de abrir a passagem para os ciclistas pois o público expectante mantinha-se em cima das zonas de maior VISIBILIDADE para ver o PELOTÃO passar...)


Assim – é bom ver a guardiã cilvil a fazer guarda – enquanto os carros e os aparatos desse dia 15 de Julho de 2013 anunciam os novos tempos… tempos de gentes livres (não libertinas – claro) que festejam como amigos – em bem fazer… 

como se fazia nas desfolhadas do milho antigo… como se fazia nas colheitas e nas pascoas… e que agora cantam outras musicas… de carros abertos… de crianças de peitos descobertos (serão os “doces e albos peitos” que nos fala Pondal?)…

(zona de "HABITUAMENTO" em subida difícil para os ciclistas da cidade... existe a juventude local e de outros lugares que ajuda como pode - trazendo bebidas de casa para dar aos ciclistas da volta desde Domingo de madrugada)

Os rumorosos – obviamente – ainda não viram que o emblema da cidade de Tude encanta pela sua lua… pelo seu doce luar… e que “OS PINOS" podem ser os homens de barba rija – que saibam dizer " - sim"sim… e dizer "não- não"…


 (o plácido Luar... algo que deleita e encanta e que todos podemos degostar... passeios calmos entre as gentes boas deste terra VERDE... VERDE TERRA NOSSA)


Então – ai temos… “havituallamiento”… habituamento – a repostar – escadarias em frente aos Cavalos… que ali – há frutas para vender, copos para dar… enquanto os amigos que percorrem o circuito nocturno – ocupando TODO E QUALQUER LUGAR….

(No final da prova... os pequenos restos deixados pelos ciclistas serão depois recolhidos pelos transeuntes antes de que o serviço de limpeza cheue... um gesto de HUMILDADE que qualifica esta nossa terra...)

De certo que os carros abertos – com os seus TROOSTERS a saudar os “ciclistas ambulantes” – em bandas sonoras que despertam os vândalos e povos bárbaros passados de entre as nevoas dos tempos antigos colocando os seus desvarios entre a memória dos presentes, têm em conta os dormentes… os que trabalham pela manhã… de certo que sim… e assim também a guardia civil… e a policia local…  “tudo pela pátria”… já se sabe…


(Onde todos ajudam - não há problemas - grandes e pequenos... meninos e meninas... graúdos e candidatos - arrumam com primor o resultado da jornada de cultura e desporto que levou Tui a marcar um ponto nos exercícios de ciclismo nocturno que se exercita cada fim de semana nesta bela localidade)


Depois – como – de certo – que ainda não temos a recolha das embalagens de hidratação que os “ciclistas” da noite deixam (o tal “havituallamiento”… habituamento ao que se estão a habituar…):

 a que os vizinhos se afastem, que passem com medo… que falem em segredo… seja das novas pistas de carros nocturnas em frente aos ginásios públicos – será modalidade OLÍMPICA na que a cidade de Tude vai querer brilhar – provas de carros nocturnas com peões de “meninos bem” com carros para estragar… 



(Zona reservada para corredores cansados - onde podem repostar e fazer hidratação antes de voltar ao ciclismo etílico... a aprovação das entidades locais é notória ou estes eventos desportivos não poderiam ter lugar)


deve ser como aquelas provas “do texas” em que se passa com carros por cima de carros…

(afinal esta é a terra do outro lado do mar… e eu a pensar que era a PÁTRIA DE BREOGÁN)…

de certo que as autoridades competentes prepararam assim o espaço para tal… como é zona "desportiva" os desportistas noturnos não podem lá ser incomodados – por muito que custe aos vizinhos que moram mesmo ao lado… ou quem quer subir a avenida para S. Domingos e não aprecie muito o desporto “radical” de carros de corrida na noite deste lugar…


 (foto detalhe do pódio - sendo lavado com boas bebidas espirituosamente propícias para o desempenho dos atletas da noite - como sempre - jovens voluntariosos ajudam a que o ambiente propício se mantenha até ao Sol Raiar)


Continuando com o que diz a letra de Pondal – que - aqui se diz “com meia palavra basta” e lá fala qualquer coisa como “vil xemido brando”… vamos assim a ANEDOTA CONTANDO...



(tudo bem "arrumadinho" para que as crianças possam seguir exemplo e ver... os ciclistas nocturnos são gente esmerada - que desenvolve os seus "shows" nos lugares onde as crianças possam aprender os seus valores... e assim depois imitar - aqui o detalhe do lixo bem ensacadinho... valores que os cilclistas e os seus "sponsors" gostam de divulgar... o público agradece)

Passa alguém sem mais – noite após noite – e a gente de verde primor – pára o transeunte em plena corredoira (será que esta mete água também?)…

identifica alguém que caminha AQUI DESDE OS 4 ANOS DE IDADE QUANDO VINHA COMPRAR COM A MÃE:

– seja a loja do “Rafi” e a D. Nieves que já não está, seja a “casa Portugal” que é de gentes que vieram lá dos “cascos” que por aqui chamamos “Lisboa”… seja a praça com o escudo dos “Pinto” que tem teatro nà mistura noite a pós noite (e falo do teatro ao ar livre… não do outro fechado)… alguém que conheceu o Sr. Raul – que era o CONSULADO que estava antes do que agora lá está… numa certa avenida – “do outro lado” -  que não se chama exactamente avenida “de Portugal”…

(a noite cai... o "plácido luar" oculta-se... a luz da terra da minha Mãe desvanece... as estrelas parece que deixam de brilhar... que é feito das gentes simples... dos humildes... dos firmes.. que deixam os seus valores assim apagar? Luzes acesas... flores de virtude a murchar...)

Identificam o tal “transeunte”: perigo velado e desconhecido por caminhar semmaior perigo do que amar a terra que pisa - terra que aprendeu a amar...

revistam-lhe a mochila e tiram-lhe as coisas cá para fora… tudo em nome da lei... da pátria... e sabe-se lá que mais coisas engraçadas que os meninos grandes se lembram de lembrar em situações como esta na que dois e um são fáceis de somar...

e – claro – quem lá está… nesse mesmo lugar de paz – noite após noite de Sexta- Sábado ou Domingo… esses – não é BOM INCOMODAR…

(detalhe da virtude dos ajudantes - pois entre as bebidas para os ciclistas noturnos tem de haver bebidas "isotólicas" para ajudar a desinibir - a vontade de fazer o bem e de bem sentir... valores da terra que vale a pena preservar "o tradutor" da nossa redação ficou com dúvidas acerca da marca - será do país basco... não se entendeu a origem - por isso colocou-se o rótulo para ver se se sabe qual a bebida específica aconselhada a menores -  para depois aconselhar às crianças que frequentam o lugar... e - quem sabe - divulgar pelos estabelecimentos escolares onde estes jovens habitam durante o dia e assim fazer estes desportistas da noite brilhar)

– podem melindrar… seja porque partem copos (sem querer... evitar - claro!)… insultam em voz alta (porque foram ENSINADOS que insultar em voz baixa É MÁ EDUCAÇÃO)… ou simplesmente deixam assim o lugar… feito uma “bosta”… usando uma palavra COMUM que é fácil compreender num e outro lado deste NOSSO LUGAR…

(Detalhe das compras - se PENSAMOS - que UNS E OUTROS perdem.. então UNS E OUTROS PODEMOS GANHAR - se nos esforçamos - POR EVITAR.. mais do que fazer a vista grossa... e deixar andar... OS NOSSOS CICLISTAS INTERNACIONAIS - podem aprender - QUE OS VALORES são MAIS FORTES - do que as linguas ou o lugar... e que HÁ QUEM SAIBA... e quem os queira AJUDAR A REPENSAR...)


Enfim… mudam-se os tempos… muda-se a vontade de cantar… cantaremos “PINHEIROS” em vez de “PINOS”… e seremos todos amigos – de quem se porta bem-mal… será?...


(os ciclistas da noite chegam até onde os caminhos da virtude nos vêm encntrar - eis um exemplo claro de como se pode COLABORAR - para fazer valer o VALOR do LUGAR - um caminho leva a NENHURES...)


Assim percorrendo em paz a noite… vejo que os ciclistas acampam em todo e qualquer lugar… seja no campo de futebol da zona fluvial… esse tal que diz ser  de todos…” e que apela a assim o cuidar… seja nos brinquedos dos miúdos… seja na tal avenida asfaltada que leva até ao cruzamento onde a internacional jornada – destes “ciclistas” desconhecidos – que se encontram – TODOS AMIGOS – copos em mão… vómitos de emoção por todo o lugar… que lindo este nosso País a florir!... que bela a juventude que assim se mostra…

(flor que está na água, que cresce em LODO... que se mostra bela... florescendo de NOVO...)


Que bela “Flor de Azahar”… 
ainda há tempo... 
de a encontrar... 
e PRESERVAR... 
falamos da VIRTUDE:
VALOR DAS GENTES DO LUGAR...
 todos IMPORTAMOS... 
todos PODEMOS AJUDAR...

Assim… temos um porvir… que se faz e desfaz em cada momento… no que tu… eu… quem quer que seja…

 vê e cala o que já nem a invenção consegue ocultar… ou faz o que pode para que a flor da terra cresça bem... e em paz...

(árvore... vida... de FORTES RAÍZES.. cravadas na terra... de tronco FIRME.. mantido e sustido por quem assim - no medo - não trema... com ramos FLORIDOS- com a VIRTUDE  dos VALORES SUSTIDOS ainda em PLENO TEMPORAL... eis a ÁRVORE DA VIDA - que todos temos RESPONSABILIDADE em PRESERVAR)

Jovens que extravasam… por entre bar e bar… noitadas… onde saem gentes estranhas urinando nas portas das escadas de uma catedral… em frente a um organismo público… eis um caminho para recomendar...

as gentes do sítio a ver e calar… comentando baixinho… “deviam-na iluminar”…

“Brincamos senhora? De qual delas me está a falar?...” 

da brincadeira ou da virtude... e que vai fazer você... você que lê.... para ajudar... ver o jogo de futebol na t.vou levantar desse sofa... ir e ver... onde pára o seu rapaz... onde vai a moça que ajudou a nascer e que é RESPONSÁVEL por CRIAR?...



(Podemos pensar - que - algures... esquecemos algo... como uma flecha desse caminho de santiago - que passa em minha... tua casa - da mesma forma... silencioso vínculo comum... que estes "nossos cilistas" seguem - dia a dia - sem notar... 
inverter o rumo - o que leva a nenhures...
caminhar lento... 
seguro... 
de qual o caminho, o passo, os companheiros e o destino... 
pode ser algo válido: se não mesmo "erudito"... 
à boa moda do NOSSO povo garrido... 
algo simples para começar a pensar... 
ficam aqui os dois "tostões" - um pequeno "agarimo"
que tem como destino 
começar a olhar 
ALTERNATIVAS... 
AS BOAS COISAS QUE DEVEMOS
- REALMENTE - 
PROMOVER 
de um e outro lado deste rio que une... que late no sangue comum de quem escreve
e que continuamente - por tempos, dificuldades... tempestades e bons tempos
 no-lo está assim a LEMBRAR...
perder o futuro empenhando o presente... é caminho "atrás"...
e nós somos a gente - que rumou em frente - não importa qual o temporal)


Se assim estes ciclistas pretendem – fazer de nós ciclistas que passam pela vida sem rumo, sem ver… a temner...e a calar… então todo o mundo perde… seja ele galego, português ou “castelán”…



Aqui já não falamos de equipas de futebol…
falemos dos filhos e das filhas da terra…
de ti e de mim…
de todos nós…

“Eurocidades”…

patrimónios de humanidade…
a que se desfaz no chão… 
em cada “botelhão”…

a que se ergue e levanta... 
em cada gesto d'esprança
cada vez que APRENDEMOS e SABEMOS
DAR A MÃO...

rebentos de esperança… 
que cabe a mim… 
a ti…
 a todos que somos 
DAQUI
– fazê-la brotar… 
e brilhar…
e FLORIR



Podemos cantar hinos… 
sentir o peito de orgulho enchido… 
e depois ver…
 ouvir e calar…

As raparigas garridas… que entram no bar de si despidas… e que compram cigarros ou bebida sem lembrar a lei e a idade e o sentido de RESPONSABILIDADE que é de todos:

SABER DIZER
DA FORMA COMO PUDERMOS FAZER VALER

AQUI NÃO…

Simples como que tu e eu 
que vemos…
tu e eu que aqui vivemos…
tu e eu sabemos…

algo podemos fazer…
cada palavra é em sí um gesto

– DE PROTESTO –

e uma palavra…
um COVITE…
à meditação…

a saber dizer SIM! - aprendendo a saber dizer NÃO!



Quem já viu os jovens cair… 
o destino de uma terra ruir… 
espera que esta nova geração agarre a mão… 
em VERDADE - SÓLIDA E FIRME
SOLIDARIEDADE
testemunho de vida… 
viva… 
que assim possa seguir…

Um telefonema para quem de direito, uma palavra no momento certo… um olhar… não desviar o rumo no que estás habituado a caminhar… alertar as gentes das políticas que aqui não passam fora da hora do expediente… registar… 

e gerar alternativas VÁLIDAS para que a gente jovem esteja à VONTADE a disfrutar da sua vida que é BELA se se aprende a viver com o sentido de quando, onde e com quem…

Este artigo segue… noite após noite – nas que – não se sabe… talvez...

alguém deve estar a olhar um ecrã… enquanto o sangue vivo da terra… se esvai… e podia dizer "não"

“pequeñezes” que não são nada… 
que se revelam nos números perdidos nas estradas… 
no esterco que se tem de recolher do chão… 
e não falo apenas das latas e garrafas…
falo de vidas perdidas… 

pelo simples facto de se olhar para outro lado, 
de escolher outro caminho

quando este nosso lugar que se pisa é sagrado… 
é o chão que palmilhámos… eu... tu... os nossos pais...

tantas vezes… há tantos anos… aquele que não vamos deixar de palmilhar…

“Que os Galegos sejam FORTES”… 

para grandes feitos…

Os que BROTAM DO PEITO... 

e se mostram nestes momentos… 
em GRANDES e pequenos detalhes:

de manter viva e bela a terra que nos une… 
seja nos jardins… ou recantos onde tudo o que é bom 
de partilhar e sentir...

– sobretudo – 

 - na JUVENTUDE – 

que é essa vida feita ESPERANÇA do dia de amanhã…



aquela que vai além dos estandartes…

dos brasões… 
das pedras… 
das histórias… 
das medalhas… 
das memórias...

…talvez asim esta nossa terra... 
... feita TRADIÇÃO anterga... 
no eco de ser boa gente:

- gente verdadeiramente BELA… 

volte a se fazer VALER

Seja essa a nossa forma de dizer

 “AQUI NÃO”…

Que as gentes da terra passeiem sem medo, 
pelos lugares seus que ganharam no mérito 
aquele que se mostra e transmite no crédito 
da virtude da nossa JUVENTUDE... 

essa que não mais vai degenerar…

Que as gentes da terra estejam PRESENTES… 
para ver que sucede – entre os arbustos escondidos
nas sebes garridas, onde brincam os meninos no dia 
que é noite para quem ainda não aprendeu nessa noite a caminhar…





escadarias de esculturas e homenagens às gentes antigas… 
cheias de memórias perdidas…
ninhos de sombra para quem lá vê a outra face de uma noite sem luar…

Que essas três estrelas sejam como Oriente… 
caçador de pesadelos…
de pequenos desvelos 
– que podem os Tudenses começar – 
DESDE JÁ – a debelar…

Fica aqui um APELO…

Estejam ATENTOS… que os VÓMITOS, as BRIGAS… os rapazes e raparigas de idade indefinida estendem-se desde a comandância da Marinha até à estrada local… e assim vê quem passa a pé ou de carro… por muito que pareça… que se queira que o mundo inteiro adormeça… para os deixar seguir… e ir… e passar…

S. João – UMA VEZ AO ANO…
soltamos o nosso pequeno “dianho”….
Saltamos o fogo para nos purificar…
depois – vêm o tempo da COERÊNCIA…
onde prevalece o BOM SENSO e a INTELIGÊNCIA
– de quem soube GERIR e assim FAZ NOTAR…

Um abraço de quem AMA esse nosso belo lugar…



Assim seja durante muito tempo e que todos o possamos disfrutar, partilhar, recomendar e celebrar…

Eurocidades:
PATRIMÓNIOS DE HUMANIDADE…
eis o VERDADEIRO VALOR 
DAS PEDRAS E DA TRADIÇÃO…
DA JUVENTUDE NELAS CONTIDA...
GENTE VIVA... 
VERDADEIRAMENTE... 
IRMÃOS

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Miedo y Condicionamiento: CONTROL de LIBERTADES CONSTITUCIONALES, agresión a los VALORES HUMANOS BÁSICOS






Muy buenas.

Mi nombre és Daniel Feijoo Caldas.



Vivo en la Zona de Valença do Miño y – a pesar de que mi nacionalidad es portuguesa - mi nombre y mi sangre hablan por si de las raíces gallegas que llevo dentro (mi madre és de la calla S. Amaro de Vigo, abuelos de Mondariz).



Por esto – si algo parecido a lo que os voy a contar hubiera sucedido en Portugal – estaría escribiendo para un periódico Portugués de tirada lo suficientemente amplia como para que las personas se dieran cuenta de que – con miedo – generamos miedo  – y que 

LOS VALORES Y PRINCÍPIOS INALIENÁBLES 
conseguidos a lo largo de mil años de esfuerzo y bien-hacer de personas, pueblos y gentes que se desean libres (nuestros ancestros) 

– y no libertinos - 


Estos Valores son NUESTRA REFERÊNCIA PRIMÁRIA como PUEBLO y CULTURA;

Sin ellos, entraríamos en la SOMBRA y la DUDA de no saber quiénes somos, que hacemos aquí y en un tiempo donde – EFECTIVAMENTE - todo valdría con tal de mantener-se a flote.

Afortunadamente – aún hay gente que piensa que las cosas no son así – y que apenas una cierta ola de desinformación y miedo condicionado - nos está intentando sacar del rumbo fijo que nuestros ancestros trazaron hace ya varias centurias. 




Ese rumbo es el camino a recorrer siendo verdaderamente libres – libres del miedo, la duda y la falta de convicciones firmes -viviendo VALORES que conlleven VIRTUD en sus intentos. 




Estos VALORES y VIRTUDES – habitualmente consagrados en las constituciones específicas a cada nación – son el pilar fundamental que debe mantener-se firme cuando los vientos soplan a contra-corriente y las aguas de los tiempos son turbulentas o poco claras 




(como si entráramos en una época “pantanosa” en la que “todo vale”) 

relativamente al valor que traduce la virtud y no la SUBVERSIÓN de esta cuando la virtud es sumisa al valor o poder material.


Os explico – y después adelanto lo que está VERDADERAMENTE en causa a través de “PEQUEÑEZES” como esta.



Este Jueves fui abordado  por la SEXTA VEZ vez por la Guardia Civil en una operación de “auto-stop” que se pretende para dar respuesta a algún aumento de consumo o tráfico ilegal de estupefacientes en la zona.



Por aquí – no hay problema – ya este proceso es habitual, sea por operaciones para control de alcoholemia (tasa de alcohol en la sangre) sea por simple identificación y se desarrolla también en Portugal.

Lo curioso de estas seis operaciones va en lo siguiente:




Estamos en una operación de rutina, auto-stop, en una carretera bastante frecuentada de salida y entrada de Tui (más concretamente, después de la salida para Vigo en la carretera dirección Tomiño -La Guardia), rotonda del Gadis - justo ANTES de la entrada/ Salida para Portugal.

Sólo se paran los ciudadanos que regresen (como era mi caso) a Portugal, o que sean oriundos de esa salida en dirección Tui... los restantes salen y entran sin miramientos.

Un agente de la autoridad, después de identificarlo, ordena a un ciudadano – SIN SOMBRA DE SOSPECHA – que vacíe sus bolsillos en el asiento. 
Después - le pregunta si lleva algo más en los bolsillos. 




Respondiendo que "no", lo CACHEA de alto a bajo.

Mientras este agente hace esto, un segundo agente – sin pedir satisfacciones a nadie – abre la puerta del pasajero, abre la guantera, remueve lo que hay dentro, examina la alfombrilla, remueve las cosas que están sobre el asiento del pasajero… y uno se queda mirando atónito…

sin comprehender donde está el límite para que te INVADAN, entren en tu PRIVACIDAD, REMUEVAN TUS COSAS (no te piden que lo hagas tú, lo hacen ellos – así – a sus anchas).




Normalmente te llevan al maletero y te piden que – después de abrir-lo – abras una bolsa de equipaje… e dentro de esta, alguna otra bolsita que exista.

Yo no soy experto en estas cosas – pero me imagino que quién trafica o consume – a sabiendas de que hay operaciones organizadas – no lleva nada que lo implique a tan simple vista…

La penúltima vez, me pidieron que me colocara en la  parte de atrás del coche. Un agente en cada lado, revisaron la guantera, las alfombrillas, los objetos cerca del freno de mano… y yo ni podía ver que hacían… en mis cosas, mi coche, mi propiedad, sin que yo hubiera echo nada que fuera extraño, que levantara sospecha relativamente a nada… simplemente – porque SI.



Dialogando con uno de los agentes esta última vez, le explicaba el mal estar que sentía cuando me “invadían” de esta forma – como si ya fuese un delincuente o un criminal por el simple hecho de estar parado junto a la carretera que paso casi todos los días siendo vecino de la localidad de Tuy.

El empezaba por decir-me que ya “otros portugueses” habían levantado pegas, que en SU PAÍS la legislación decía que no sé que cosa, que…

Educadamente le recordé que estaba hablando en buen castellano con él y que – pese la matrícula de mi coche tenga una “P” - mi primer apellido es Feijoo, mi abuelo de Mondariz y mi madre de Vigo – que no era ese el caso (si es que la prepotencia o la ceguera por cuestiones de nacionalidad se pueden anteponer al sentido de imparcialidad que implica ser agente de autoridad) 

– que el caso era que se pudiera entrar en el ámbito personal – de pertenencias, objetos y espacio – sin que hubiera una causalidad lo suficientemente específica y pungente para que el principio de soberanía de la persona sobre su espacio, pertenencias y integridad (éticamente hablando) pudieran ser tan fácilmente arrollados bajo la excusa (y sigo creyendo que los resultados de este tipo de control – para el fin específico que supuestamente obedecen – serán nulos) de mi propia SEGURIDAD.




En resumen – que, para MI SEGURIDAD – los agentes de la ley y el orden – pueden invadir mi espacio vital, mis pertenencias y mi sentido de persona (que implica mis valores y el sentido de estar siendo “arrollado” sin razón específica que los justifique), sin que para ello tenga que mediar una razón más plausible que la simple y rutinaria operación de auto-stop, que más parece ser invocada como MÉDIO para que EL MIEDO y el PODER que le otorgan los ciudadanos sea usado como herramienta disuasoria de cualquier tipo de actitud más afirmativa relativamente a valores inalienables:




Derecho al RESPETO por la DIGNIDAD:

de la PERSONA (ser cacheado - la primera vez en mi vida - és una VIOLACIÓN de mi persona - en términos físicos y morales - SIN QUE MEDIARA JUSTA CAUSA);

de su INTIMIDAD (por mis OBJETOS PERSONALES - que fueron OBLIGATÓRIAMENTE EXPUESTOS a TERCEROS - sobre el banco de mi coche y al abrir mis bolsas de transporte de equipamiento de entrenamiento, bolsa de transporte de alimentación, bolsa de transporte de ordenador personal y documentación, bolsitas de transporte de pen-drives y otras de recordaciones personales) en frente de varios agentes de la autoridad;

de su ESPACIO - (sin mediar palabra, que dos agentes te pidan que te retires - sin poder ver lo que van a hacer con tus pertenencias y tu espacio personal - mi coche, como mi casa - contiene objetos personales y es parte de mi espacio vital - necesita de mi permiso para que pueda ser objeto de este tipo de allanamiento - sin que hubiera razón o motivo de mi parte - sea como sospechoso sea como perpetrador de alguna actitud que justificara una intervención diferente de la normal y rutinaria identificación);






Y, una vez más – ni el método (que fuera ellos a abrir las puertas, la guantera), ni la forma (que me cachearán sin más) parece PLAUSIBLE.

Queda desde ya reiterado que NO VOY A CAMBIAR MIS RUTINAS DE VIDA - aún bajo la presión de ser sometido SEIS VECES a este tipo de trato indecoroso por parte de la autoridad de la que - supuestamente - se espera la sensación de seguridad que permita que un cualquier ciudadano pueda pasear o circular libremente sin miedo o coacción.

Para colmo - después de PRESENTAR DENÚNCIA (no pude hacerlo justo después del incidente, porque en el puesto de la guardia civil sólo había un agente y no me podía abrir la puerta - obligando-me a volver al día siguiente) y de oír nuevamente que se sitúan estos señores en la salida/ entrada para Portugal (no en la superior - que viene/va para VIGO) porque -  me dicen - que las quejas que reciben por robo de cobre por parte de las empresas locales justifican actividades - que, supuestamente - son para control de estupefacientes o armas...






Al final - como hago siempre - mientras caminaba por la corredera al final del día (me gusta pasear con las calles vacías y apreciar la paz y tranquilidad de tui, antes de ir-me a dormir) un coche de la guardia civil entro por la zona peatonal, me paró en frente al cuartel de la guardia civil y - delante de su compañero que estaba en la puerta de guardia - me identificó nuevamente (alegando "Nunca lo hemos visto por aquí..." tan extraño como que camino por Tui desde los 4 años cuando iba con mi madre a compras del otro lado de la frontera y así he continuado a lo largo de otros 33 años más).

Nuevamente - después de preguntar que llevaba en mi mochila (llevo el portátil por escribir en bares - me gusta el ambiente... aunque no tuviera que JUSTIFICAR MI VIDA ante la autoridad - me hicieron abrir la mochila y uno de los guardias civiles buscara con su propia mano en su interior...




Como no es para CEDER ante estas "pequeñeces" y "sutilezas" que pretenden CONDICIONAR al ciudadano libre (libre por saber que no ha ido contra la ley ni ha cometido crimen alguno).

Seguiré paseando y caminando como siempre hago y divulgando este tipo de IRREGULARIDADES:

para que - si pasa también a terceros - sean tantos los que hablen, que esta gente se limite a su cometido, más que cruzar la línea entre lo que PUEDEN HACER en CASOS EXTREMOS y lo que DEBEN HACER cuando no hay amenaza: 

que és velar para que todo esté "normal" y dejar que las personas sigan su dia a dia si no perturban a nadie.

Y tu – qué opinas?

segunda-feira, 27 de maio de 2013

UMA PRAÇA DE GENTE MADURA



Cantares do Andarilho (1968).

Vejam bem 
que não há só gaivotas em terra 
quando um homem se põe a pensar 
quando um homem se põe a pensar 


Quem lá vem 
dorme à noite ao relento na areia 
dorme à noite ao relento no mar 
dorme à noite ao relento no mar 

E se houver 
uma praça de gente madura 
e uma estátua 
e uma estátua de febre a arder 

Anda alguém 
pela noite de breu à procura 
e não há quem lhe queira valer 
e não há quem lhe queira valer 

Vejam bem 
daquele homem a fraca figura 
desbravando os caminhos do pão 
desbravando os caminhos do pão 

E se houver 
uma praça de gente madura 
ninguém vem levantá-lo do chão 
ninguém vem levantá-lo do chão 

Vejam bem 
que não há só gaivotas em terra 
quando um homem 
quando um homem se põe a pensar 

Quem lá vem 
dorme à noite ao relento na areia 
dorme à noite ao relento no mar 
dorme à noite ao relento no mar






"Dêmos à nação optimismo, alegria, coragem, fé nos seus destinos; 

retemperemos a sua alma forte ao calor dos grandes ideais e tomemos como nosso lema esta certeza inabalável: 

Portugal pode ser, se nós quisermos, uma grande e próspera nação."








Sozinho na noite
um barco ruma para onde vai.
Uma luz no escuro brilha a direito
ofusca as demais.

E mais que uma onda, mais que uma maré...
Tentaram prendê-lo impor-lhe uma fé...
Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,
vai quem já nada teme, vai o homem do leme...

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...

No fundo do mar
jazem os outros, os que lá ficaram.
Em dias cinzentos
descanso eterno lá encontraram.

E mais que uma onda, mais que uma maré...
Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé...
Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,
vai quem já nada teme, vai o homem do leme...

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...

No fundo horizonte
sopra o murmúrio para onde vai.
No fundo do tempo
foge o futuro, é tarde demais...

E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...