quinta-feira, 28 de março de 2013

O Jardim das Hespérides - Bolas Breogan! Pt I






Já sabemos, que aqui nesta esquina da terra.... onde todos os povos concorriam.... e de onde nenhum fugia - contentando-se com prevalecer... se fundir... difundir seu ser entre as culturas do lugar...

Nesta esquina à beira Mar plantada... baixo os ecos da anterga terra afundada... estariam as Hespérides... as maçãs douradas.... os frutos de Hera.... as virtudes sagradas...




Guardadas por Dragões meritórios - daqueles além das histórias - seres antergos e nobres que em si confluem os elementos num todo coeso... rivais de deuses e heróis por igual...




Terra de sonhos... dos círculos das pedras que marcam os lugares onde o dormente transcende o real e se encontra - «frente e frente - com o outro mundo:  



que se fez ocultar atrás do véu das limitadas sensações do humano pigmeu que  procura ganhos em materiais e se esquece da sua essência imortal...




Terra de Meigas... que sentem o viandante:

desde as suas ideias mais superficiais aos seus íntimos e profundos desaires... 




obedecendo assim a uma lei, que os lógicos desconhecem e que apenas compreendem os que comungam de tão grande peso e responsabilidade: 




ouvir os semelhantes por dentro e manter um sorriso a maior parte do tempo...

Mas - hoje - falarei das Maçãs...

Não as de Newton - seu conhecimento versado, entre tantos outros velado (como a cronologia dos reis) que nunca saiu muito do agrado da "política oficial" deste "mundo novo" a afundar");




Ou o João semente de maçã - que plantou esse conhecer pelas terras de além mar...




Ou a maçã da branca das neves e as suas sete virtudes mirradas, confrontando uma mãe chateada 




- como se fazia antigamente nos mitos e epopeias nas que uma "Persefonia-se" no inframundo enquanto outra a persegue para a libertar do amor que ela mesma escolhera... 





maçãs envenenadas - para que possa esta heroína visitar a sua pessoa amada... 

Julietas apressadas, que nem lêem cartas, nem bulas, nem nada - e depois tomam a medicina errada - só para que o tal Romeu se deixe levar pela emoção e se esparrame entre lágrimas e sangue... quando a Julieta acorda e o vê... 




enfim... mitos de impossibilidades que falam dos mais diversos desaires, destes humanos que andam à procura e não sabem bem de quê...




Por vezes - o procurado lhes bate na porta de forma firme e sem dúvidas para a razão... só a perseverança, dar a vida por algo - ainda não é parte deste nosso humano coração...




E o desconhecido mais uma vez parte... perdendo-se na névoa da noite escura - na que cada um de nos hoje se perde - por não encontrar a sua via verdadeira e segura...




Todos correndo para nenhum lugar... 


MAS TODOS A ACELERAR!



Então - passeando pelos antigos jardins, desta terra que os Almorávides chamaram "das Laranjeiras", eis que encontrei as tais maçãs... mas de uma forma peculiar... singular... bizarra... ostensivamente insultuosa para qualquer comum português com apenas dois tustos no bolso para chegar ao fim do mês...

Não se i se é intencional ou mesmo puro gozo, mas tive ocasião de protestar - e é que o Modelo tem umas folhinhas giras - para preencher e enviar... sugestão ou reclamação - vamos ver no que isto vai dar...





Então - como as outras reclamações que me apetece fazer, em todos os livros amarelos dos serviços públicos deste País a morrer 


(PORQUE JÁ NENHUM PORTUGUÊS QUER SABER - enquanto tiver AXN e coisas assim ,vende o pai, a mãe e a mim)... 

gostava de preencher os livrinhos amarelos após uma consulta... escrevendo com a letrinha que me ensinou a professora da primária... os números que vos vou contar e aquilo que tivemos de legislar para que houvesse nação... 


falo-vos da constituição...



E não a constituição da repúblicadas bananas - dessa vou falar já , já (o João Jardim que me perdoe) - falo da outra... 

da da "ex-república" que tantos vendem e compram sem parar - e outros tantos ficam a olhar, alheios ou fazendo ouvidos moucos - a que são eles mesmos que estão a ser vendidos e comprados a preço de ocasião 


- funcionários contribuintes escravos de um sistema de grilhão...



Assim sendo - fica o numerozinho (que - desde cinco anos a esta parte, não se serve outra porcaria à mesa, que não seja os totais da crise e as medidas da Peres-troika que nos invadiu) 

- art.n 64 da Constiuição.

Basta ler o ponto 1 e o 1a para chegar ao estabelecimento de saúde e - quando indigitado a pagar - pedir o livro de reclamações e transcrever:


Artigo 64.º
Saúde
1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.

2. O direito à protecção da saúde é realizado:
a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito; 
(...)


3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

(...)

c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;  

(...)

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.




Dito isto, falemos então do Jardim e das bolas de Breogán... que é disso que se trata aqui:

Tendo em conta que - cada um dos nossos pseudo-representantes, jura isto que leram 






(a pés juntos e sem mãos nos bolsos para não torcer dedinhos...) 

cada um dos cidadãos responsáveis 
sabendo a lei gerada para seu benefício e bem estar 
- em equidade - 
deve invocar os princípios FUNDAMENTAIS 

(de fundamento, fundação - origem, sentido, raíz, valor de base a preservar)



baixo o preço de se ALIENAR




Tem de demonstrar - usando os MEIOS LEGAIS A SEU DISPOR - o seu DESCONTENTAMENTO e CONSCIÊNCIA do que está a CORRER MAL para que possa ser REPOSTA ALGUMA DIGNIDADE e SUSTENTABILIDADE neste "salve-se quem puder" que os nossos amigos representantes conseguiram pactuar:



 sabe-se lá bem com que interesses (que não os nossos - esses tais que dizem representar) e que - agora - nos cabe a nós esclarecer e por no seu devido lugar.



Assim aqui fica o Croquis:



Eu (Fulaninh@ de tal, portador de C. C nº tal, beneficiário do SNS (subsistema) nºtal, tendo sido assistido para a actividade tal, no dia tal e hora tal, tendo sido requerido a realizar emolumento equivalente a (5e cons. normal, 10. cons aberta.... e por ai fora) venho por este meio referir a INCONSTITUCIONALIDADE de tal prática, uma vez que CONTRAVÉM as indicações CLARAS  e EXPLÍCITAS contempladas no art. 64 da Constituição da República Portuguesa, sobre tudo no que se refere:


2. O direito à protecção da saúde é realizado:
a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito; 

Obviamente VIOLADO ao me ter sido aplicada uma taxa 100% mais alta do que aquela que pagava até Dezembro de 2012;


3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

(...)

c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;  


óbviamente VIOLADO visto estar a receber cuidados numa instituição que se define como "empresa", para tal utilizandoo termo pública para o desenvolvimento das suas actividades de lucro-benefício e não para a socializaçºao dos custos, tal como definido na Constituição.

Invocando o art. 1:
1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.
 e o art. 4:
4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.

Venho por este meio referir a MINHA RECUSA em pagar as quantias ILEGALMENTE EXIGIDAS;




Em alternativa - apresentar a queixa em local próprio e - com o recibo - ABRIR PROCESSO À INSTITUIÇÃO por operar à margem da lei do país que a acolhe.

Uma vez que esta GESTÃO EMPRESARIAL é mesmo isso - gerida por empresas. 



Com a desculpa mórbida de que é para benefício comum (num país com salário mínimo inferior a 500 e que lhe cobrem uma consulta - médica ou de enfermagem, os actos a ela relacionados, os materiais gastos, a tipologia técnica inerente - levando-lhe - pelo menos, 1% do salário?)





 Onde está o tal CONTRIBUTO SOCIAL nesta ideologia CAPITALISTA?



Tendo em conta isto - cabe a pergunta: 

se a gestão é TIPICAMENTE EMPRESARIAL - que EMPRESAS, com que LEGITIMIDADE podem OPERAR à MARGEM DA LEGISLAÇÃO À QUE ESTÃO SUJEITAS, ao estar em território nacional, usando a "desculpa" do antigo SNS e - de forma provocativa e ostentosa - sendo o lobo com pele de ovelha que se denomina "Empresa Pública"?!?!?



Para onde vai o dinheiro das taxas aleivosamente abusivas, se partimos do princípio de que ao estado compete:

c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;



Que entidades privadas se encontram a "gerir" o processo de gestão hospitalar (actualmente regionalizada (outra imposição à revelia do povo português que foi bem claro a dizer "NÃO" a este disparate puramente económico-administrativo).



Fica a dica: 

usa o "CROQUIS"; começa a deixar notar em todos os níveis institucionais que estás atent@, que estás activ@ e que a tua LINHAGEM, HISTÓRIA, CULTURA e TRADIÇÃO não se alienam, dissolvem ou desterram apenas com duas de treta e três ou quatro palhaçadas dos média, estilo holliwood.



Aqui estávamos e aqui ficamos 
- quem quiser ser "do mundo" - que corra para o mundo. 


Nós somos daquilo que nos gerou... e assim nos mantemos.


quarta-feira, 13 de março de 2013

MIEDO y OPRESIÓN: CONTROL de LIBERTAD - condicionamiento gradual







Muy buenas.

Mi nombre és Daniel Feijoo Caldas.



Vivo en la Zona de Valença do Miño y – a pesar de que mi nacionalidad es portuguesa - mi nombre y mi sangre hablan por si de las raíces gallegas que llevo dentro (mi madre és de la calla S. Amaro de Vigo, abuelos de Mondariz).



Por esto – si algo parecido a lo que os voy a contar hubiera sucedido en Portugal – estaría escribiendo para un periódico Portugués de tirada lo suficientemente amplia como para que las personas se dieran cuenta de que – con miedo – generamos miedo  – y que 

LOS VALORES Y PRINCÍPIOS INALIENÁBLES 
conseguidos a lo largo de mil años de esfuerzo y bien-hacer de personas, pueblos y gentes que se desean libres (nuestros ancestros) 

– y no libertinos - 


Estos Valores son NUESTRA REFERÊNCIA PRIMÁRIA como PUEBLO y CULTURA;

Sin ellos, entraríamos en la SOMBRA y la DUDA de no saber quién somos, que hacemos aquí y en un tiempo donde – EFECTIVAMENTE - todo valdría con tal de mantener-se a flote.

Afortunadamente – aún hay gente que piensa que las cosas no son así – y que apenas una cierta ola de desinformación y miedo condicionado - nos está intentando sacar del rumbo fijo que nuestros ancestros trazaron hace ya varias centurias. 




Ese rumbo es el camino a recorrer siendo verdaderamente libres – libres del miedo, la duda y la falta de convicciones firmes -viviendo VALORES que conlleven VIRTUD en sus intentos




Estos VALORES y VIRTUDES – habitualmente consagrados en las constituciones específicas a cada nación – son el pilar fundamental que debe mantener-se firme cuando los vientos soplan a contra-corriente y las aguas de los tiempos son turbulentas o poco claras 




(como si entráramos en una época “pantanosa” en la que “todo vale”) 

relativamente al valor que traduce la virtud y no la SUBVERSIÓN de esta cuando la virtud es sumisa al valor o poder material.


Os explico – y después adelanto lo que está VERDADERAMENTE en causa a través de “PEQUEÑEZES” como esta.



El pasado Domingo fui abordado  por la cuarta vez por la Guardia Civil en una operación de “auto-stop” que se pretende para dar respuesta a algún aumento de consumo o tráfico ilegal de estupefacientes en la zona.



Por aquí – no hay problema – ya este proceso es habitual, sea por operaciones para control de alcoholemia (tasa de alcohol en la sangre) sea por simple identificación y se desarrolla también en Portugal.

Lo curioso de estas seis operaciones va en lo siguiente:




Estamos en una operación de rutina, auto-stop, en una carretera bastante frecuentada de salida y entrada de Tui (más concretamente, después de la salida para Vigo en la carretera dirección Tomiño -La Guardia), rotonda del Gadis - justo ANTES de la entrada/ Salida para Portugal.

Sólo se paran los ciudadanos que regresen (como era mi caso) a Portugal, o que sean oriundos de esa salida en dirección Tui... los restantes salen y entran sin miramientos.

Un agente de la autoridad, después de identificarlo, ordena a un ciudadano – SIN SOMBRA DE SOSPECHA – que vacíe sus bolsillos en el asiento. 
Después - le pregunta si lleva algo más en los bolsillos. 




Respondiendo que "no", lo CACHEA de alto a bajo.

Mientras este agente hace esto, un segundo agente – sin pedir satisfacciones a nadie – abre la puerta del pasajero, abre la guantera, remueve lo que hay dentro, examina la alfombrilla, remueve las cosas que están sobre el asiento del pasajero… y uno se queda mirando atónito…

sin comprehender donde está el límite para que te INVADANentren en tu PRIVACIDADREMUEVAN TUS COSAS (no te piden que lo hagas tú, lo hacen ellos – así – a sus anchas).




Normalmente te llevan al maletero y te piden que – después de abrir-lo – abras una bolsa de equipaje… e dentro de esta, alguna otra bolsita que exista.

Yo no soy experto en estas cosas – pero me imagino que quién trafica o consume – a sabiendas de que hay operaciones organizadas – no lleva nada que lo implique a tan simple vista…

La penúltima vez, me pidieron que me colocara en la  parte de atrás del coche. Un agente en cada lado, revisaron la guantera, las alfombrillas, los objetos cerca del freno de mano… y yo ni podía ver que hacían… en mis cosas, mi coche, mi propiedad, sin que yo hubiera echo nada que fuera extraño, que levantara sospecha relativamente a nada… simplemente – porque SI.



Dialogando con uno de los agentes esta última vez, le explicaba el mal estar que sentía cuando me “invadían” de esta forma – como si ya fuese un delincuente o un criminal por el simple hecho de estar parado junto a la carretera que paso casi todos los días siendo vecino de la localidad de Tuy.

El empezaba por decir-me que ya “otros portugueses” habían levantado pegas, que en SU PAÍS la legislación decía que no sé que cosa, que…

Educadamente le recordé que estaba hablando en buen castellano con él y que – pese la matrícula de mi coche tenga una “P” - mi primer apellido es Feijoo, mi abuelo de Mondariz y mi madre de Vigo – que no era ese el caso (si es que la prepotencia o la ceguera por cuestiones de nacionalidad se pueden anteponer al sentido de imparcialidad que implica ser agente de autoridad) 

– que el caso era que se pudiera entrar en el ámbito personal – de pertenencias, objetos y espacio – sin que hubiera una causalidad lo suficientemente específica y pungente para que el principio de soberanía de la persona sobre su espacio, pertenencias y integridad (éticamente hablando) pudieran ser tan fácilmente arrollados bajo la excusa (y sigo creyendo que los resultados de este tipo de control – para el fin específico que supuestamente obedecen – serán nulos) de mi propia SEGURIDAD.




En resumen – que, para MI SEGURIDAD – los agentes de la ley y el orden – pueden invadir mi espacio vitalmis pertenencias y mi sentido de persona (que implica mis valores y el sentido de estar siendo “arrollado” sin razón específica que los justifique), sin que para ello tenga que mediar una razón más plausible que la simple y rutinaria operación de auto-stop, que más parece ser invocada como MÉDIO para que EL MIEDO y el PODER que le otorgan los ciudadanos sea usado como herramienta disuasoria de cualquier tipo de actitud más afirmativa relativamente a valores inalienables:




Derecho al RESPETO por la DIGNIDAD:

de la PERSONA (ser cacheado - la primera vez en mi vida - és una VIOLACIÓN de mi persona - en términos físicos y morales - SIN QUE MEDIARA JUSTA CAUSA);

de su INTIMIDAD (por mis OBJETOS PERSONALES - que fueron OBLIGATÓRIAMENTE EXPUESTOS a TERCEROS - sobre el banco de mi coche y al abrir mis bolsas de transporte de equipamiento de entrenamiento, bolsa de transporte de alimentación, bolsa de transporte de ordenador personal y documentación, bolsitas de transporte de pen-drives y otras de recordaciones personales) en frente de varios agentes de la autoridad;

de su ESPACIO - (sin mediar palabra, que dos agentes te pidan que te retires - sin poder ver lo que van a hacer con tus pertenencias y tu espacio personal - mi coche, como mi casa - contiene objetos personales y es parte de mi espacio vital - necesita de mi permiso para que pueda ser objeto de este tipo de allanamiento - sin que hubiera razón o motivo de mi parte - sea como sospechoso sea como perpetrador de alguna actitud que justificara una intervención diferente de la normal y rutinaria identificación);





Y, una vez más – ni el método (que fuera ellos a abrir las puertas, la guantera), ni la forma (que me cachearán sin más) parece PLAUSIBLE.

Queda desde ya reiterado que NO VOY A CAMBIAR MIS RUTINAS DE VIDA - aún bajo la presión de ser sometido SEIS VECES a este tipo de trato indecoroso por parte de la autoridad de la que - supuestamente - se espera la sensación de seguridad que permita que un cualquier ciudadano pueda pasear o circular libremente sin miedo o coacción.

Para colmo - después de PRESENTAR DENÚNCIA (no pude hacerlo justo después del incidente, porque en el puesto de la guardia civil sólo había un agente y no me podía abrir la puerta - obligando-me a volver al día siguiente) y de oír nuevamente que se sitúan estos señores en la salida/ entrada para Portugal (no en la superior - que viene/va para VIGO) porque -  me dicen - que las quejas que reciben por robo de cobre por parte de las empresas locales justifican actividades - que, supuestamente - son para control de estupefacientes o armas...





Al final - como hago siempre - mientras caminaba por la corredera al final del día (me gusta pasear con las calles vacías y apreciar la paz y tranquilidad de tui, antes de ir-me a dormir) un coche de la guardia civil entro por la zona peatonal, me paró en frente al cuartel de la guardia civil y - delante de su compañero que estaba en la puerta de guardia - me identificó nuevamente (alegando "Nunca lo hemos visto por aquí..." tan extraño como que camino por Tui desde los 4 años cuando iba con mi madre a compras del otro lado de la frontera y así he continuado a lo largo de otros 33 años más).

Nuevamente - después de preguntar que llevaba en mi mochila (llevo el portátil por escribir en bares - me gusta el ambiente... aunque no tuviera que JUSTIFICAR MI VIDA ante la autoridad - me hicieron abrir la mochila y uno de los guardias civiles buscara con su propia mano en su interior...




Como no es para CEDER ante estas "pequeñeces" y "sutilezas" que pretenden CONDICIONAR al ciudadano libre (libre por saber que no ha ido contra la ley ni ha cometido crimen alguno) seguiré paseando y caminando como siempre hago y divulgando este tipo de IRREGULARIDADES para que - si pasa también a terceros - sean tantos los que hablen que esta gente se limite a su cometido más que cruzar la línea entre lo que PUEDEN HACER en CASOS EXTREMOS y lo que DEBEN HACER cuando no hay amenaza: que velar para que todo esté "normal" y dejar que las personas sigan su dia a dia si no perturban a nadie.

Y tu – qué opinas?

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Mensagens de EsperanÇa



Do "outro lado da ponte" uma mensagem de ESPERANÇA...

A PRIMAVERA chegou